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Publicado em 24/01/2018 às 10:53:42

Cruz Alta adere à campanha Janeiro Branco

Campanha pretende mobilizar sociedade em favor da Saúde Mental

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Estudos apresentados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e Mistério da Saúde do Brasil indicam que o Brasil tem experimentado um crescimento vertiginoso das problemáticas relativas à Saúde Mental dos indivíduos e da sociedade como um todo. Segundo a OMS (dados de 2017), a sociedade brasileira é a recordista latino-americana em casos de depressão, a campeã mundial em relação à ansiedade e o 4º colocado em relação ao crescimento das taxas de suicídio entre os jovens da América Central e da América do Sul.

São altos os índices de violência em domicílios, no trânsito ou em escolas, criminalidade, suicídios, alcoolismo, uso de drogas, depressão, preconceitos, entre outros, que colocam em risco o equilíbrio mental, emocional, comportamental e relacional dos indivíduos da sociedade.

Por isso, o Janeiro Branco é uma campanha pensada, planejada e projetada para a promoção de Saúde Emocional na população, buscando estratégias políticas, sociais e culturais para que o adoecimento emocional seja prevenido, conhecido e combatido em todos os campos.

Cruz Alta contará com atividades relacionadas à conscientização da população. Os CAPS, através da Secretaria Municipal de Saúde, estarão reunidos no sábado, às 16 horas na Praça da Matriz. Conforme Pamela Cador Fortes, Psicóloga do CAPSI, no evento haverá discussão sobre Saúde Mental nos Diferentes Ciclos da Vida através de rodas de conversa, pinturas de rosto para crianças, apresentações musicais, oficina de contos, oficina de Slack-Line, caminhada e amostra de artes.

O mês de janeiro foi o escolhido para mobilização pelo fato de que, por força cultural da simbologia atribuída à virada de ano, as pessoas estão predispostas a pensar sobre as suas vidas em diversos aspectos e, a cor branca, porque, também simbolicamente, queremos mostrar às pessoas que, como em uma folha em branco, qualquer um pode escrever e reescrever a sua própria história, desenhando e redesenhando novas possibilidades perante a vida, pontua Leonardo Abrahão, psicólogo idealizador do movimento.

Da Redação: Danieli Broch. 

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