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Publicado em 08/06/2018 às 13:37:26

Após registrar o maior valor em 26 meses, dólar opera em baixa nesta sexta-feira

A mínima do dia, até as 10h19min, era de R$ 3,7969

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Após fechar a quinta-feira em R$ 3,92 - o maior valor em 26 meses -, o dólar opera em baixa hoje. O valor mínimo registrado, até as 10h19 desta sexta-feira, foi de R$ 3,7969, e o máximo de 3,8478.

A queda ocorre após o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, anunciar maior intervenção no mercado cambial para conter a moeda americana. Até o final da semana que vem, serão realizados leilões adicionais de contrato de swap cambial, equivalente à venda de dólares no mercado futuro, no valor total de US$ 20 bilhões.

Goldfajn atribuiu a desvalorização do real ao cenário externo "mais difícil", em que a elevação da taxa de juros dos Estados Unidos reverte o fluxo de capital das economias emergentes para os países avançados. Ele garantiu que a atuação do BC será coordenada com o Tesouro Nacional para prover liquidez ao mercado. "O BC e o Tesouro vão continuar oferecendo, de forma coordenada, liquidez continuada, seja ao mercado de câmbio, seja no mercado de juros, enquanto for necessário", afirmou.

Pregão de quinta-feira

A moeda americana fechou em alta de 2,24%, a R$ 3,925, a maior cotação desde 1º de março de 2016. O Ibovespa, principal índice do mercado acionário, encerrou em queda de 2,97%, aos 73.851 pontos - no pior momento, chegou a cair 6,96%. E a tônica, segundo analistas, deverá ser essa a cada vez que as pesquisas eleitorais apontarem na dianteira candidatos que não agradem aos agentes financeiros. Já se fala em um dólar acima de R$ 5 até o fim do ano.

Não adiantou o BC reforçar sua atuação, ampliando a oferta de contratos de swap cambial, operação que equivale à venda de moeda no mercado futuro: na máxima, o dólar atingiu R$ 3,968. Foram US$ 2 bilhões em um leilão de swap anunciado no início da manhã, além dos US$ 750 milhões da "ração" diária, iniciada no mês passado.

Atualmente, há cerca de US$ 30 bilhões em contratos ativos. Ilan assegurou que ofertará a quantidade de que o mercado precisar e que pode ultrapassar a máxima histórica de oferta. No governo Dilma Rousseff, o BC chegou a ter quase US$ 110 bilhões em contratos ativos. - Podemos ir além dos máximos históricos do passado. Até hoje vimos apenas necessidade na parte de swap para hedge (proteção). E não temos nenhum preconceito de usar qualquer instrumento - disse Ilan, ressaltando que, caso necessário, poderão ser usadas as reservas internacionais, hoje em US$ 382 bilhões.

Ontem, o Ibovespa, principal índice do mercado acionário, encerrou em queda de 2,97%, aos 73.851 pontos - no pior momento, chegou a cair 6,96%. E a tônica, segundo analistas, deverá ser essa a cada vez que as pesquisas eleitorais apontarem na dianteira candidatos que não agradem aos agentes financeiros. Já se fala em um dólar acima de R$ 5 até o fim do ano.

FOnte: Correio do Povo. 


shel

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